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OCEANOS: PULMÃO DO MUNDO

10426689_386968728153772_4113766621507057201_nVocê já deve ter ouvido falar que a Amazônia é o pulmão do mundo, por ser a responsável por manter os níveis de oxigênio no ar. Apesar das plantas produzirem oxigênio como resultado da fotossíntese elas também respiram dia e noite, assim consumindo oxigênio. Sabemos que as grandes florestas, como a Amazônia, consomem quase todo o oxigênio que produzem na fotossíntese, a quantidade de carbono que elas assimilam durante a fotossíntese é muito baixa, liberando praticamente todo esse carbono de volta para a atmosfera no seu processo de respiração.

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Representação Fitoplâncton

Os responsáveis pela produção de oxigênio são as algas (seres aquáticos que podem ser microscópicos ou macroscópicos) e que juntos formam o chamado fitoplâncton, acredita-se que o fitoplâncton produza cerca de 98% do oxigênio atmosférico. Porém, a importância desses seres vai além da fotossíntese: eles formam a base da cadeia alimentar dos ambientes aquáticos, servindo de alimento para organismos maiores. Mas é claro que isso não anula a importância ecológica das florestas, a Amazônia é a grande responsável pelo equilíbrio climático do mundo. As plantas nela encontradas realizam muita fotossíntese, como resultado elas liberam moléculas de água na atmosfera, possibilitando a formação de grandes nuvens de chuva na região. Tanto as florestas quanto as águas de nosso planeta estão sofrendo com nosso consumismo. Se um dia tudo que a natureza nos oferece se extinguir e literalmente virar fumaça, nós também faremos parte dessa fumaça. Quer continuar a respirar? Comece a PRESERVAR!

SAIBA MAIS SOBRE OS RISCOS DE CONSUMIR SALMÃO DE CATIVEIRO

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Quando se fala de Salmão, a certeza é de que estamos falando de um dos mais famosos e consumidos peixes do mundo. Por outro lado, um exemplo de aquicultura não sustentável: a sua criação em cativeiro. O maior produtor de Salmão no mundo é a Noruega, seguido pelo Chile. Ambos os países possuem águas geladas, e condições ideais para esses peixes. No criatório, são simuladas todas as condições da natureza, inclusive tendo a desova na água doce, e depois transportados para o mar.

Em decorrência da alta demanda pelo salmão, estamos presenciando um grave problema na criação de salmão em cativeiro. A cada dia é preciso produzir mais salmão em menos tempo, resultando em uso de anabolizantes, antibióticos e corantes. O problema é exatamente esse, fato lamentável e preocupante para a saúde das pessoas.

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 A quantidade de toxinas encontradas nas carnes dos salmões está elevada, e isso preocupa ainda mais quando o peixe é ingerido sem cocção, ou seja, cru. Um peixe que inicialmente sempre fez bem para a saúde pelos seus nutrientes, perdeu todos esses benefícios e já passa a fazer mal. Ao contrário do salmão do mar que se alimenta de crustáceos, o salmão de cativeiro ingere corante sintético para dar cor à carne, e, por isso o tom laranja forte.

 VOCÊ CONHECE O RIO UNA EM MORROS-MA?

Em Morros, no Leste do Maranhão, o rio Una tem água transparente que ganha tons dourados na primavera nordestina. Os mergulhos são muito relaxantes e é possível explorar bem o local. A cidade é famosa por possuir um dos mais bonitos e tradicionais grupos de bumba-meu-boi do estado e também pelos rios transparentes e cheios de encantos e mistérios.

O Rio Una possui uma beleza considerável por ter águas límpidas. Seu leito é formado de areia fina, alguns trechos de rochas e pedras; e as suas margens, compostas de uma vegetação exuberante. Podendo ser apreciado tanto em passeios de barcos pequenos ou canoas que levará o visitante também a conhecer outros balneários como: Una do Mato Grosso, Balneário Una dos Paulinos, Balneário do Bom Gosto, Una Grande, trilha ecológica, Una das pedras, Una das mulheres, Una dos escoteiros, Una dos Moraes e a cachoeira do Arruda, o mais bonito de todos balneários.

Rio Una em Morros-MA

Rio Una em Morros-MA

POR QUE O GUARÁ É VERMELHO?

O guará vermelho é uma das aves mais espetaculares do mundo, possuindo plumagem vermelho-carmesim. Essa cor só pode ser vista na ave adulta, em aves novas podemos notar a cor pardo-cinzenta nas penas superiores, e quase branca nas inferiores. Sua cor, porém, está ligada a um pigmento chamado carotenóide cantaxantina, responsável pela coloração vermelha das penas. Além desse fator, existem ainda fatores externos, como por exemplo a falta de ingestão de crustáceos não estimula o metabolismo a produzir tais pigmentos, e a ave portanto vai gradativamente perdendo a cor, que fica parecida com a das aves jovens. Esse fenômeno ocorre muito em aves de cativeiro, onde a dieta não é à base de crustáceos.

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Segundo pesquisadores, na fase adulta pode atingir 60 cm de altura e a expectativa de vida de um indivíduo, na natureza, é de 20 anos. Muitas vezes são confundidos com os colhereiros que, junto com as garças, são da mesma família dos guarás. Habitam rios e lagoas salobras, que forneçam um número considerável de alimento. Costumam andar em bandos e raramente indivíduos jovens solitários – estes formam bandos entre si. Para dormirem ou nidificarem (construírem seu ninho), procuram densa vegetação, como Rhizophora (típica de manguezal); outro exemplo é a Avicenia (siriubais). Para tais pousos, voam em coletivo, impressionando a quem nota o espetáculo. Esses vôos podem chegar a 70 quilômetros até o local de onde retiram o alimento.

CURIOSIDADE: VOCÊ SABIA QUE EXISTEM CORAIS NO MARANHÃO?

O Parcel de Manuel Luís é um conjunto de formações rochosas submersas, com inúmeros labirintos submersos espalhado por uma área de mais de 18 km de extensão por 6 km de largura, sendo considerado o maior banco de corais da América do Sul. Estudos indicam que a área pode conter mais de 200 navios naufragados, entre caravelas e navios de casco de ferro. Hoje em dia o local é considerado um paraíso do mergulho, uma área afastada 190 km da costa e bem conservada, considerada uma das sete maravilhas do mundo submarino.CORAIS

Em 1991 a área foi transformada no primeiro Parque Estadual Marinho do Brasil. Atualmente é estudado por pesquisadores da fauna e flora local. Fortes correntes, grandes variações de marés e inúmeros bancos de areia somado a cinturões de recifes de corais fizeram do litoral maranhense um dos locais mais perigosos do mundo para grandes navios.